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Todos os anos, 3,5 mil crianças e adolescentes desaparecem em MG
A família de Alexandra* viveu dias de angústia. Em agosto de 2016, o filho adolescente saiu de casa como sempre fazia, sem deixar notícias. Quando percebeu que o garoto não estava em nenhum local que costumava frequentar, a mãe decidiu fazer um boletim de ocorrência. “Eu ia para a rua todos os dias, buscando pistas. Também procurei a delegacia e foi feito um cartaz com a foto dele. Colei nos lugares que achei que ele pudesse ir”, contou. Assim como Leandro*, todos os anos a Polícia Civil registra cerca de 3,5 mil desaparecimentos de crianças e adolescentes. Em 2016, a taxa de localização foi de 65%. Porém, muitos desses jovens já retornaram para casa, mas permanecem sem fazer o registro de que reapareceram.
Projeto que visa de Políticas Públicas e criação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas tem parecer favorável
Nesta terça-feira (13), a senadora Kátia Abreu (Sem Partido/TO), apresentou, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), parecer favorável ao Projeto de Lei da Câmara n° 144, de 2017 que institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e cria o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas. A matéria tem sido tratada no âmbito da Comissão de Ações Sociais do Conselho Federal de Medicina (CFM) que desenvolve, desde 2011, campanha de combate ao desaparecimento de crianças e adolescentes.
Comissão de Ações Sociais do CFM participa de evento do MPRJ que apresentará diagnóstico do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos
Os integrantes da Comissão de Ações Sociais do CFM, Ricardo Paiva e Paula Peixoto, participam nesta quinta-feira (26) do Seminário ‘Diagnóstico do PLID/MPRJ: o desaparecimento nas burocracias do Estado’, organizado pela Assessoria de Direitos Humanos e de Minorias (ADHM/MPRJ), com o Centro de Pesquisas e Inovações (CENPI/MPRJ), o Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (Sinalid) e o Instituto de Educação e Pesquisa (IEP/MPRJ).
Polícia Civil disponibiliza página para registro de pessoas desaparecidas na PB
Uma nova ferramenta disponibilizada na internet pode ajudar pessoas a buscarem pessoas desaparecidas na Paraíba. A plataforma foi apresentada pela Polícia Civil e permite que o cidadão informe às autoridades o sumiço de algum familiar ou amigo. Além da ferramenta, os registros continuarão a ser feitos nas delegacias de polícia espalhadas pelo estado.
O que fazer com as ossadas paulistanas?
“Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”. Com esta inscrição, a estranha Capela dos Ossos em Évora, Portugal, recebe seus visitantes. Ornada por 5 mil ossos humanos, a capela construída no século XVII resolveu o problema da acomodação das ossadas que ocupavam 42 cemitérios monásticos, localizados em espaços que poderiam ter outra finalidade.
















